REFLEXÕES. Há uns bons anos, o debate público sobre a língua trazia como novidade a noção de variante linguística, que, por si só, tornava obsoleta a velha noção de erro gramatical. O que poderia haver, em determinadas circunstâncias, era o desvio da norma-padrão, sendo esta uma das variedades da língua – notadamente a de maiorContinuar lendo “Língua portuguesa: uma herança maldita?”
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Linguagem neutra: ‘sou a favor, mas sou contra’, parece dizer articulista
REFLEXÕES. Até pouco tempo atrás, ninguém podia criticar a dita “linguagem neutra” sem ser acusado de “fascista”, “homofóbico”, “transfóbico” ou simplesmente “bolsonarista”, o que sintetiza todos os outros termos. Até mesmo alguns professores universitários e pesquisadores da área da linguística deram um jeito de justificar a utilidade social ou a propriedade de formas como “elu”Continuar lendo “Linguagem neutra: ‘sou a favor, mas sou contra’, parece dizer articulista”
A Justiça é cega
GRAMATICAIS. REFLEXÕES. Todos conhecemos a representação da Justiça como uma mulher de olhos vendados. A venda nos olhos simboliza a imparcialidade, significando que, para haver justiça, o julgamento deve ser feito apenas com base nos fatos e nas leis, à luz da razão, sem influência de emoções, preconceitos ou quaisquer outros interesses. Há alguns dias,Continuar lendo “A Justiça é cega”